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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Crenças: você é o que acredita ser - 1ª. parte



Nossa vida é uma curta viagem e a morte, uma tese de dimensões infinitas. Sucede que estamos, na maioria das vezes, vivendo contra as nossas expectativas, relutando para fazer o que realmente queremos, adiando os nossos projetos de vida.

Muitas vezes não estamos vivendo como gostaríamos ou estamos vivendo a vida que nos permitem viver. Dada à brevidade da nossa vida, em qualquer hipótese, deveria ser pelo menos agradável. No entanto, a maioria das pessoas vem sofrendo e não se importa em mudar. É um sofrimento auto-imposto. Mas se você quer mudar sua vida, verifique suas crenças.

Grande parte da sua vida é baseada em seu sistema de crenças: particular e individual. Essas crenças não são religiosas; são aquelas palavras que incessamente lhe foram ditas desde que era apenas um bebê. Tudo o que você pensa, suas decisões, sua maneira de agir, como sente as coisas e interage com as pessoas, está ligado ao sistema de crenças que se torna o núcleo da personalidade.

O conjunto de crenças de nossa vida é desenvolvido lentamente, desde a mais tenra idade, quando apenas olhávamos à nossa volta e observávamos a vida acontecendo. Tudo o que diziam os nossos pais, tios, avós e a forma como se comportavam à nossa volta, era observado por nós e armazenado em nosso cérebro. As nossas conclusões de hoje são tiradas em relação àquela época.

Por volta dos sete anos de idade você já devia ter uma longa lista de conclusões de como deveria viver, com afirmações do tipo: Eu devo ser bem boazinha, assim as pessoas irão gostar mais de mim. Fique bem boazinha senão a mamãe não gosta de você. Você pensa que dinheiro cresce em árvore, não é fácil ganhar dinheiro. Menino egoísta, pensa que é tudo para você?

Assim crescemos mantendo as nossas crenças arraigadas ao nosso subconsciente, mesmo que essas crenças nos façam infelizes. Como achamos que não podemos mudar as nossas crenças, entendemos que podemos mudar as crenças dos outros. Queremos mudar os outros para adaptá-los a nós, daí expressamos coisas do tipo: Ele não me dá ouvidos. A vida seria melhor se minha esposa fosse mais carinhosa, se meu filho conversasse mais comigo, se meu marido gostasse de dançar, se minha esposa chegasse mais cedo em casa, se meu marido não fosse bebericar com os amigos...

À medida que essas expressões são usadas, nossas relações vão sendo desgastadas, nossa vida vai passando, vamos sofrendo e vivendo, muitas vezes como os outros querem que vivamos. É óbvio que a maioria de nossas crenças são positivas. No entanto, ainda que apenas 5% das crenças sejam negativas, elas tem o poder de destruir as crenças positivas. A única maneira de mudarmos nossas crenças no subconsciente é substituir as crenças negativas por novas crenças positivas. Você pode re-inventar a sua realidade de modo que ela reflita o que você quer ser, ter e fazer.

2ª parte - clique aqui

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Quem sou

Nascida em Belo Horizonte, apaixonada pela vida urbana, sou fascinada pelo meu tempo e pelo passado histórico, dois contrastes que exploro para entender o futuro. Tranquila com a vida e insatisfeita com as convenções, procuro conhecer gente e culturas, para trazer de uma viagem, além de fotos e recordações, o que aprendo durante a caminhada. E o que mais engradece um caminhante é saber que ao compartilhar seu conhecimento, possa tornar o mundo melhor.

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