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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Você pode crescer



É impossível atravessar a vida sem que um trabalho saia mal feito, sem que uma amizade cause decepção, sem padecer com alguma doença, sem ser abandonado por um amor, sem que morra alguém querido, sem que a gente se engane em um negócio ou em uma situação. Esse é o custo de viver. Mas o importante não é o que acontece, mas como você reage a tudo isso.

Você cresce quando não perde a esperança, nem diminui a vontade, nem perde a fé. Cresce quando aceita a realidade e tem orgulho de vivê-la; quando aceita seu destino, mas tem garra para mudá-lo. Quando aceita o que deixa para trás, construindo o que tem pela frente e planejando o que está por vir. Cresce quando supera, se valoriza e sabe dar frutos.


Cresce quando abre caminho, assimila experiências e semeia raízes.
Você cresce quando se impõe metas, sem se importar com comentários. Cresce quando é forte de caráter, sustentada por sua formação, sensível por temperamento e humana por nascimento. Cresce ajudando a seus semelhantes, conhecendo a si mesma e dando à vida mais do que espera receber...

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Livre-se dos excessos





As pessoas reclamam com frequência do que não possuem e muitas vezes se esquecem do que tem em excesso. Aliás, o excesso costuma ser mais prejudicial que a falta, mas demora mais para ser percebido. A falta nós notamos imediatamente, o excesso só quando despertam a nossa consciência. Comemos em excesso, trabalhamos em excesso, guardamos coisas em excesso, nos importamos demais com o que os outros dizem. Há um excesso de preocupação que vão se acumulando.

Em geral, possuímos mais do que necessitamos para ser feliz, mas continuamos insistindo na desculpa de que não somos felizes porque nos falta alguma coisa. E de fato falta: falta assumirmos um estilo de vida mais franco, sincero e livre.
Tudo o que temos em excesso demanda tempo e energia para ser administrado: roupas demais, CDs demais, bagunça demais, compromissos demais, pressa demais, lembranças demais, ao invés de guardarmos apenas o que vale a pena, seja pelo aprendizado, seja pela felicidade que nos deram.

Podemos até ter um pouco mais porém sem os exageros de costume.
Podemos reinventar nossa maneira de viver tendo apenas o necessário. Não precisa ser o mínimo necessário, mas viver com menos. Isso traz uma sensação de leveza e felicidade tão maravilhosa que deveríamos experimentar. Na melhor das hipóteses, aprendemos e adotamos um novo estilo de vida. Só reconhecemos que acumulamos coisas em excesso quando estamos mudando de casa ou de escritório. E a gente se pergunta: Para que guardei isso? Nem lembramos mais...

E então desfazendo de um tanto de coisas inúteis, você aprende que pode viver tão bem, ou melhor, com muito menos. E daí se lembra que quando vai acampar, consegue ser feliz apenas com uma mochila... Aliás, tem muita gente pelo mundo que já descobriu as vantagens da utilidade, só tem o que é útil e necessário, porque viver sem acúmulos e excessos, é viver livre e despreocupado.
Nada é mais gratificante que a liberdade, a sensação de que você se basta sem precisar de um arsenal de coisas, sons e cores a seu redor.

E quando se dedica a experimentar essa libertadora sensação, aprende que pode viver com pouco e sempre saberá viver bem em qualquer situação, enfrentará melhor as provações e ausências, sem randes sofrimento e desespero. Porque quem só sabe viver com muito, acaba por confundir-se com seus excessos e na falta deles, não se reconhece.


Precisamos nos libertar dos excessos de vários tipos. Por exemplo, o excesso de informação, tem muita coisa que é só ruído e não merece atenção. Guarde apenas as informações necessárias. O excesso de produtos e serviços é um consumismo que funciona como uma válvula de escape para não olharmos para a nossa própria existência e para o vazio que inutilmente buscamos preencher com as compras. E nos relacionamentos também pode haver excesso. Se você tem inúmeros amigos mas só pode mesmo contar com 1, na verdade você tem 1 só amigo, o resto é excesso ou apenas colegas.

Nunca sabemos se viveremos com mais ou menos do que temos no dia de amanhã, mas se aprendermos a viver com o que é essencial, viveremos sempre bem. Todo excesso é energia acumulada em local inapropriado e causa estagnação. O excesso de excessos corresponde à falta de si mesmo. E se o que te falta é você, nada poderá preencher esse vazio…



sábado, 7 de maio de 2011

Dia das mães



Mãe carinhosa, Mãe dengosa, Mãe amiga, Mãe irmã,
Mãe sem ter gerado é a mãe de coração...

Mãe solidão, Mãe de muitos, Mãe de poucos, Mãe de todos,

Mãe das mães, Mãe dos filhos, Mãe-pai: duas vezes mãe!


Mãe lutadora, Mãe companheira,
Mãe educadora,
Mãe mestra, Mãe analfabeta, Sábia mãe...
Mãe dos simples, Mãe dos pobres

Mãe dos que nada têm, Mãe dos que tem tudo

Mãe do silêncio, Mãe que fala muito!


Mãe dos doentes, Mãe dos estão sãos

Mães dos que plantam, Mãe dos que colhem

Mãe de quem nada faz, Mãe de quem compra feito!


Mãe de quem magoa, Mãe de quem perdoa

Mãe rica, Mãe pobre,
Mãe dos que já foram, Mãe dos que ficaram
Mãe dos guerreiros, Mãe dos guerreados...


Mãe que sorri, Mãe que chora, Mãe que abraça e afaga

Mãe presente, Mãe ausente, Mãe do sagrado,

Mãe da luz, Mãe nossa, Mãe de Jesus...

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Abandone o sofrimento





Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento. A época era de escassez, porém seu faro aguçado sentia o cheiro da comida e o levou a um acampamento de caçadores. Percebendo o acampamento vazio, viu uma fogueira ardendo em brasas e dela tirou um panelão de comida.

Abraçando com força a panela, enfiou a cabeça na panela devorando tudo. Enquanto abraçava a panela, começou a perceber que algo o queimava, era o calor da panela. Por nunca ter sentido aquela dor, pensou que a queimadura era alguém que queria lhe tirar a comida.

Urrando de dor, não soltava a panela e a apertava mais ainda contra o corpo. E assim morreu. Quando os caçadores chegaram ao acampamento o urso ainda segurava fortemente a panela junto ao corpo e sua expressão era de grande dor. .. 

Moral da história:

Na vida muitas vezes abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes. Algumas delas nos fazem sentir uma grande dor mas mesmo assim não nos desapegamos dela. Temos medo de abandonar até mesmo o que nos causa dor e sofrimento.

Apesar do desespero, apertamos as coisas em nossos corações e terminamos derrotados por algo que acreditamos, protegemos e defendemos. Às vezes nos iludimos, esquecendo que nem sempre o que nos parece uma salvação nos permite prosseguir.

Muitas vezes é necessário abandonar determinadas coisas, pessoas e situações para que se possamos caminhar. E apesar de necessitarmos de algumas coisas, melhor é distanciarmos do que queima o nosso coração...


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Quem sou

Nascida em Belo Horizonte, apaixonada pela vida urbana, sou fascinada pelo meu tempo e pelo passado histórico, dois contrastes que exploro para entender o futuro. Tranquila com a vida e insatisfeita com as convenções, procuro conhecer gente e culturas, para trazer de uma viagem, além de fotos e recordações, o que aprendo durante a caminhada. E o que mais engradece um caminhante é saber que ao compartilhar seu conhecimento, possa tornar o mundo melhor.

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